Orçamento de estado 2022 irs

orçamento de estado 2022 irs

Quais as mudanças no orçamento do Estado para 2022?

Esta será a nova configuração da tabela de IRS a vigorar em 2022: O primeiro escalão irá até 7 116 euros de rendimento coletável, com uma taxa de 14,5%. O segundo escalão abrangerá os rendimentos coletáveis de 7 116 euros até 10 736 euros, que serão taxados a 23%.

O que acontecerá com o imposto de renda em 2022?

Em 2022, haverá mais dois escalões de rendimento coletável (e respetivas taxas), em resultado dos desdobramentos dos 3.º e 6.º escalões. Passarão assim a existir nove escalões, em vez dos atuais sete. Além disso, a proposta de Orçamento do Estado para 2022 contempla ligeiros ajustes nos valores dos limites dos escalões.

Quais são os novos escalões do orçamento do Estado para 2022?

Segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), que o ministro das Finanças, João Leão, entregou esta segunda-feira no parlamento, o 3.º escalão que abrangia até agora rendimentos anuais coletáveis superiores a 10.732 euros e até 20.322, que estava sujeito a uma taxa de 28,5%, foi dividido em dois novos escalões.

Qual a dedução do imposto de renda 2022?

Em 2022, haverá um aumento da dedução de 600 euros para 750 euros para o segundo dependente e seguintes com idades entre os três e os seis anos. Em 2023, esta dedução deverá voltar a subir para 900 euros.

Quais as novidades do orçamento de Estado para 2022?

Em relação ao passado, o Orçamento de Estado para 2022 traz algumas novidades. O rendimento sujeito a IRS passa a ter dois novos escalões. Para rendimentos entre 10.736€ e 15.216€, a taxa passa a ser de 26,5% e para rendimentos de 15.216€ e 19.696€ a taxa será de 28,5%.

Quais são as alterações fiscais do orçamento para 2022?

A proposta de Orçamento para 2022 traz um conjunto de alterações fiscais em IRS, com a criação de dois novos escalões de imposto ou o englobamento obrigatório das mais-valias mobiliárias especulativas. Para as empresas, a medida mais emblemática é o Incentivo Fiscal à Recuperação, para potenciar o investimento no primeiro semestre do ano.

Quando será a votação do orçamento de 2022?

Recorde-se que o Governo entregou no dia 11 de outubro, na Assembleia da República, a proposta do OE2022, que prevê que a economia portuguesa cresça 4,8% em 2021 e 5,5% em 2022. O primeiro processo de debate parlamentar do Orçamento irá decorrer entre 22 e 27 de outubro, dia em que será feita a votação na generalidade.

Qual a importância do orçamento do estado 2022 para as famílias portuguesas?

O Orçamento do Estado 2022 contempla várias mudanças nos impostos que, naturalmente, têm implicações na carteira da maior parte das famílias portuguesas. Face ao momento em que vivemos, marcado ainda pela pandemia, inflação e guerra na Ucrânia, o Governo tomou algumas medidas considerando que podem aliviar as finanças pessoais.

Quais são as alterações fiscais do orçamento para 2022?

A proposta de Orçamento para 2022 traz um conjunto de alterações fiscais em IRS, com a criação de dois novos escalões de imposto ou o englobamento obrigatório das mais-valias mobiliárias especulativas. Para as empresas, a medida mais emblemática é o Incentivo Fiscal à Recuperação, para potenciar o investimento no primeiro semestre do ano.

Qual o impacto do desdobramento dos escalões para 2022?

De acordo com o relatório que acompanha a proposta orçamental, o desdobramento dos escalões previsto para 2022, somado ao que foi feito em 2018, levará a um desagravamento fiscal de mais de 500 milhões de euros.

Qual o número de escalões de imposto de renda em 2022?

Na proposta do Orçamento do Estado para 2022 ( OE2022) entregue pelo ministro das Finanças, João Leão, no Parlamento esta segunda-feira, dia 11 de outubro de 2021, consta o desdobramento do 3.º e 6.º escalões de IRS. Isto quer dizer que o número de escalões de IRS vai subir de sete para nove em 2022.

Quando entra em vigor o orçamento suplementar?

Entra em vigor a 1 de janeiro de 2022. Em situações que exijam uma reorganização das contas do Estado pode ser feito um Orçamento Suplementar. Foi o que aconteceu em 2020, quando, devido ao impacto da pandemia, foi necessário implementar novas medidas de apoio às famílias e à economia.

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