Recibos verdes

recibos verdes

Como funcionam os recibos verdes?

Este é o primeiro ponto importante sobre os recibos verdes: como funcionam como declaração pontual e irregular, são pensados sobretudo para profissionais que executam um trabalho temporário ou que exercem atividade de forma independente e sem um contrato normal de trabalho.

Como saber se vale a pena trabalhar com recibos verdes?

Se vale a pena trabalhar com eles é você quem precisa avaliar. Os recibos verdes podem ser uma ótima alternativa para obter a Autorização de Residência, mas nem todo mundo ter perfil para trabalhar de forma independente e autônoma. Por isso, dizer se vale ou não a pena acaba sendo delicado.

Quais são as taxas dos recibos verdes?

No regime contributivo dos recibos verdes as taxas são as seguintes: Em cada momento declarativo pode optar por aumentar ou diminuir o valor declarado em 25%, em intervalos de 5%.

Quais os prazos para entregar os recibos verdes?

O apuramento é trimestral, ou seja, a contribuição a pagar à Segurança Social no 2.º trimestre do ano é calculada em função da faturação do 1.º trimestre, e assim sucessivamente. Os recibos verdes têm de entregar as declarações trimestrais em janeiro, abril, julho e outubro de cada ano.

Como funciona o recibo verde?

Na prática, trabalha a recibos verdes quem é prestador de serviços, ao invés de ter um contrato de trabalho com um empregador. A designação recibos verdes vem do tempo das cadernetas de recibos verdes, que entretanto evoluíram para recibos eletrónicos emitidos através do Portal das Finanças.

Quem pode emitir recibos verdes?

Quem pode emitir Recibos Verdes? Qualquer pessoa que esteja em Portugal pode emitir os recibos. Terá obviamente que ter um NIF (Número de Identificação Fiscal) e tem que estar a viver legalmente no país. Estamos no ano 2021 e a tecnologia já vai muita avançada, atualmente já não usamos blocos de recibos para preencher.

Quais são as desvantagens dos recibos verdes?

Outra desvantagem dos recibos verdes é que tem de controlar os seus próprios descontos. Parece uma desvantagem inofensiva, mas a verdade é que o obriga a estar sempre por dentro das regras e das novas leis que vão sendo publicadas.

Como saber se vale a pena trabalhar com recibos verdes?

Se vale a pena trabalhar com eles é você quem precisa avaliar. Os recibos verdes podem ser uma ótima alternativa para obter a Autorização de Residência, mas nem todo mundo ter perfil para trabalhar de forma independente e autônoma. Por isso, dizer se vale ou não a pena acaba sendo delicado.

A primeira etapa do processo de emissão de Recibos Verdes é ter sua atividade devidamente aberta nas Finanças. E como você faz isso? Hoje é muito simples realizar o seu cadastro como trabalhador (a) autônomo (a) no Portal das Finanças, basta você seguir as seguintes etapas:

Quais são os deveres fiscais para emitir recibos verdes?

Quais são os recibos verdes?

Os recibos verdes são um modo de declaração de serviços prestados, que incluem o nome da pessoa a quem prestam serviços, valor, IVA e retenção na fonte (nos casos aplicáveis). Estes recibos são devidos aos trabalhadores independentes, com rendimentos profissionais e empresariais e, para efeitos de IRS, inserem-se na categoria B .

Quais são as taxas de retenção dos recibos verdes?

Os recibos verdes estão sujeitos a retenção na fonte e existem diferentes taxas de retenção consoante a atividade do prestador de serviços. Essas taxas estão mencionadas no artigo 101.º do CIRS e distribuem-se da seguinte forma: 11,5% para os outros trabalhadores independentes e atos isolados.

Qual a contribuição mínima para os recibos verdes?

O novo regime contributivo da Segurança Social para os recibos verdes prevê uma contribuiç​​​​​​ão mínima de € 20 por mês, mesmo sem rendimentos declarados. Ao fim de 12 meses a pagar € 20 o trabalhador fica isento de contribuições. Também no Economias.

Quais as principais alterações ao regime dos recibos verdes?

Esta é talvez uma das principais alterações ao regime dos recibos verdes. Com este novo regime, a taxa de descontos para a Segurança Social baixa de 29,4% para 21,4% para os trabalhadores independentes. Para quem é trabalhador em nome individual e presta serviços, a taxa de descontos para a segurança social fixou-se nos 25,17%.

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